Hipnose é uma expressão derivada da palavra grega antiga hipnos, que significa sono. Há quem diga que o termo foi utilizado pela primeira vez no início do século XIX por Étienne Félix de Cuvillers, um francês integrante de um grupo magnetista que estudava processos mentais e comportamentais que afirmava existir um fluido invisível, capaz de ser manipulado para influenciar o comportamento das pessoas. Porém, em 1845, o cirurgião escocês James Braid publicou uma carta de repúdio a uma teoria suspeita, sobre um tal fluido magnético ou influência exotérica como causa do sono, reconhecendo que o hipnotismo não reivindicava produzir nenhum fenômeno que não fosse “totalmente reconciliável com o princípio fisiológico e psicológico bem estabelecido”.

Com o passar dos anos, por meio de estudos e práticas, a hipnose foi sendo desvendada, melhor compreendida e, atualmente, pode ser aproveitada para trazer benefícios à nossa saúde.

Longe de ser mágica ou milagre, a hipnose é uma técnica para o controle da mente.

A hipnose pode ser vista como um processo no qual representações mentais substituem a fisiologia, a percepção e o comportamento, envolvendo dois elementos principais: indução e sugestões. A indução é a primeira etapa a ser alcançada durante o processo de hipnose. Já as sugestões, são recursos que provocam respostas aparentemente involuntárias.

Ou seja, hipnose é a indução de uma pessoa a um estado de transe como o sono, só que sujeita a aceitar sugestões ou orientações, pois se encontra em um estado de total concentração e não vulnerável a distrações com outros sons ou pensamentos.

Apesar de muitos acreditarem que a pessoa hipnotizada está sob o poder do hipnotizador, isso não é verdade. Qualquer um em estado hipnótico tem controle total sobre seus atos, além de não ser forçado a aceitar sugestões. Em nenhum momento há a perda da consciência, a falta de controle sobre pensamentos ou o que acontece no ambiente.

As eficientes técnicas de semear e fazer confusão da Hipnose Ericksoniana.

“Pai da Hipnoterapia”: assim foi denominado o Dr. Milton Erickson, um notável psiquiatra e psicólogo americano, cujas descobertas auxiliaram o universo da terapia, desde a familiar estratégica até a programação neurolinguística. Utilizando metáforas, contradições, símbolos e antídotos para influenciar o comportamento de seus pacientes, em vez de ordens diretas, ele concluiu que a “sugestão indireta” podia resultar em mudanças comportamentais terapêuticas.

Paralisado pela poliomielite que contraiu aos 17 anos e sofrendo com dores crônicas, decidiu colocar-se no lugar do paciente, adotando uma rotina de auto hipnose para administrar e minimizar o seu sofrimento.

Entre tantas técnicas desenvolvidas ao longo de sua carreira, chamamos a atenção para a de “semear ideias” na mente inconsciente por meio de metáforas e histórias, além da “técnica de confusão”, que distrai a mente consciente com padrões vagos de linguagem, tópicos complexos, palavras confusas e até piadas, abrindo a mente inconsciente para a linguagem hipnótica.

A METAHIPNOSE e as técnicas da Hipnose Ericksoniana trabalhando para você.

Por meio de 15 programas, a METAHIPNOSE ajuda você a combater o estresse, a ansiedade, a depressão, a dor, o desejo de fumar, o alcoolismo, o vício das drogas, entre outros benefícios. Estímulos auditivos e visuais promovem um poder interno capaz de equalizar as ondas cerebrais, ajudando e alterando as configurações mentais responsáveis por comportamentos indesejados e substituindo-os por benéficos.

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